Saneamento de cadastro no TOTVS Protheus: produtos, grupos e bloqueio
Como sanear o cadastro de produtos no Protheus: tipo, grupos MATA035, unidades, TES padrão, bloqueio B1_MSBLQL e o que o histórico nativo não registra.
Para sanear o cadastro de produtos no TOTVS Protheus, comece pelos campos que mudam o comportamento do sistema: tipo do produto, grupo, unidades e fator de conversão, TE e TS padrão, Origem e Alíquota IPI. Para tirar um duplicado de uso, conte com o bloqueio pelo campo B1_MSBLQL ou com uma regra de negócio na FATA100, e não com a exclusão. E registre cada alteração por fora, porque o histórico nativo do Protheus só guarda descrição e margem de lucro.
Uma cena comum: chega o pedido de um código para luva nitrílica. A analista consulta os produtos e encontra três parecidos: um no grupo "0002 Borracha", um sem grupo e um com tipo MC sendo usado na fábrica como matéria-prima. Com fila de chamados, o caminho mais curto é abrir o primeiro da lista, usar a opção Cópia e liberar o código novo. O quarto código nasce com o mesmo grupo, o mesmo tipo e o mesmo TES padrão do original, certos ou errados.
Este artigo trata do que é próprio do Protheus dentro do saneamento de cadastro de materiais e produtos: os recursos do cadastro de produtos (MATA010), os grupos (MATA035) e o bloqueio de registros (MSBLQL). A conferência geral, campo a campo e válida para qualquer sistema, está no checklist de saneamento do cadastro de materiais.
O que é o cadastro de produtos no Protheus?
Segundo a documentação da TOTVS, o cadastro de Produtos (rotina MATA010) contém as principais informações sobre produtos e serviços adquiridos, fabricados ou fornecidos pela empresa e faz o controle desses produtos em todos os módulos do sistema (TDN, Produtos - MATA010). Os campos ficam na tabela SB1, com o prefixo B1_, como B1_DESC (descrição) e B1_MSBLQL (bloqueio).
A mesma página lembra que a definição de produto varia conforme o ramo e o módulo: em Oficinas é peça, em Gestão Ambiental é resíduo, em Gestão de Transportes é combustível. Por isso um erro no SB1 não fica restrito a compras. Ele aparece no estoque, na produção, no faturamento e nos livros fiscais.
O tipo do produto está certo, e o que muda se não estiver?
A documentação da TOTVS diz que o "Tipo do Produto" serve para agrupar produtos e restringir processamentos, relatórios e consultas. Os exemplos citados são BN (beneficiamento), CG (gastos gerais), MO (mão de obra), MP (matéria-prima), PA (produto acabado), PI (produto intermediário) e MC (material de consumo). A empresa pode criar tipos próprios pela tabela 02 do Configurador (TDN, MATA010).
Três pontos da mesma página orientam o saneamento:
- Os tipos são apenas informativos. O único com tratamento especial é o BN, que identifica produtos beneficiados pela empresa ou enviados para beneficiamento; esses não são empenhados na abertura das ordens de produção.
- Comprar ou produzir não depende do tipo. O sistema identifica isso pela existência do cadastro e das estruturas.
- Se a empresa usa o tipo nas regras de lançamento contábil, os tipos devem ser coerentes com o plano de contas.
A nossa leitura: um MC usado como MP não trava compra nem produção, mas distorce todo filtro e relatório por tipo e, se o tipo entra na contabilização, pode levar o lançamento para a conta errada. Por isso a correção de tipo é decisão da controladoria, não do cadastro sozinho. Vale também conferir a tabela 02: tipos criados ao longo dos anos, com nomes parecidos, costumam dividir o mesmo grupo de itens.
Os grupos de produtos (MATA035) ainda fazem sentido na sua base?
Pela documentação da TOTVS, o grupo reúne produtos com características comuns (forma, peso, tipo, uso, dimensão) para facilitar a seleção em processamentos, consultas e relatórios e para identificar itens que pedem cuidado de manipulação, armazenagem ou embalagem. As rotinas parametrizadas por grupo aceitam um intervalo de grupos, e todos os produtos classificados neles entram no processamento (TDN, Grupos de Produtos - MATA035).
O sistema já vem com sete grupos cadastrados, de 0001 a 0007: Plástico, Borracha, Alumínio, Eletrônicos, Pneumáticos, Produtos Químicos e Produto de Venda. A TOTVS diz que eles são apenas sugestão e podem ser alterados ou excluídos, e que novos grupos podem ser incluídos a qualquer momento.
O sinal de problema é a base que nunca mexeu nessas sugestões. "Produto de Venda" mistura itens que não têm nada em comum entre si, "Eletrônicos" vira gaveta de tudo que liga na tomada, e uma parte dos produtos fica sem grupo. Como relatórios e rotinas trabalham por intervalo de grupos, um grupo mal definido faz o item sumir da análise ou entrar onde não devia. Nossa recomendação é desenhar os grupos a partir da classificação que a empresa quer usar e só depois mover os produtos.
Unidade de medida e fator de conversão: o que conferir?
O Protheus trabalha com duas unidades. A documentação da TOTVS descreve a unidade padrão, usada em todos os movimentos da compra à venda, e a segunda unidade, obtida pelo fator de conversão e pelo tipo de conversão, que indica se o sistema multiplica ou divide a primeira unidade pelo fator. O exemplo da TOTVS: 3 kg, fator 1000, multiplicação, resulta em 3000 gramas. O sistema controla o saldo nas duas unidades, mas o custo unitário reflete a unidade padrão. Quando não existe fator fixo, como em itens que variam com umidade ou calor, dá para informar as duas quantidades diretamente (TDN, MATA010).
Sinais de problema: tipo de conversão invertido (dividir no lugar de multiplicar), fator preenchido em item que varia de peso, segunda unidade sem fator em item de conversão fixa, e o mesmo item com unidade padrão diferente em códigos duplicados. Esse campo pede revisão item a item, com quem compra e quem recebe o material.
Que campos do SB1 dependem de decisão do fiscal e de compras?
Origem, Alíquota IPI e Alíquota ICMS
Na pasta Impostos, a documentação da TOTVS diz que a Alíquota IPI segue a TIPI (Tabela de Incidência do IPI) e que a Origem (0 nacional, 1 estrangeira por importação direta, 2 estrangeira adquirida no mercado interno) é usada nas notas e nos livros fiscais. A Alíquota ICMS só deve ser informada para tributação específica; sem ela, vale a alíquota interna do parâmetro MV_ICMPAD. As rotinas de entrada e saída só calculam ICMS, IPI e ISS se o TES usado indicar isso (TDN, MATA010).
Sinal de problema: Alíquota ICMS preenchida em item sem tributação específica, Origem divergente entre códigos do mesmo item, IPI que não bate com a classificação. A conferência da NCM em si tem roteiro próprio no guia de revisão de NCM do cadastro.
TE e TS padrão
Os campos TE Padrão e TS Padrão atribuem um TES padrão para entrada e saída do produto, usado no cálculo de impostos, na atualização de estoque e na movimentação financeira. Trocar o TES padrão em lote muda imposto, estoque e financeiro dos próximos movimentos. Quem decide é o fiscal, com a controladoria.
Fornecedor Padrão e Loja Padrão
Pela documentação, esses campos precisam ser preenchidos quando compras usa Contrato de Parceria e Autorização de Entregas, com o mesmo fornecedor do contrato. Se não estiverem, a análise de reposição gera Solicitações de Compras em vez de autorizações de entrega. Um fornecedor padrão antigo ou de outro código duplicado muda o caminho da compra.
O que fazer com os produtos genéricos "Diversos"?
A própria TOTVS sugere, como dica no cadastro, criar produtos com código "Genéricos", "Despesas" ou "Diversos" para itens não estocáveis. O recurso é legítimo. O problema aparece quando ele não tem regra: compras recorrentes de itens que deveriam ter código próprio passam pelo genérico, e a empresa perde histórico de preço, de fornecedor e de consumo.
No saneamento, recomendamos levantar o que foi comprado nesses códigos, separar o que é despesa de fato do que é material recorrente e definir por escrito quando o genérico pode ser usado. Os itens recorrentes ganham código próprio, com descrição padronizada (o guia de como descrever materiais no cadastro ajuda nessa parte).
Como tirar um produto duplicado de circulação no Protheus?
Antes de mexer no sistema, a empresa precisa ter decidido qual código fica. Os critérios para essa escolha estão no guia sobre materiais duplicados e como identificá-los. Com o par decidido, o processo no Protheus tem quatro passos, cada um apoiado na documentação.
1. Não conte com a exclusão
A TOTVS informa que não é possível excluir um produto se ele faz parte da Sugestão de Orçamento (TDN, MATA010). Nossa leitura: mesmo quando a exclusão é aceita, para duplicado o bloqueio costuma ser o caminho mais seguro, porque mantém o código e o histórico ligado a ele, como mostra o item seguinte.
2. Bloqueie com o campo B1_MSBLQL
Pela documentação da TOTVS, o bloqueio de registros no Protheus é feito pelo campo MSBLQL; se ele não existir na tabela, é criado pelo Configurador. No Faturamento, o bloqueio impede selecionar o cadastro em novos registros, como um novo pedido de venda. O status e o histórico já gerados continuam válidos e podem ser manipulados normalmente, e o bloqueio vale só a partir do momento em que foi aplicado (TDN, FAT0099 MSBLQL).
3. Confira a produção antes de bloquear
A mesma página avisa: o B1_MSBLQL impede a seleção do produto em novos pedidos de venda, mas também impede o processamento da Ordem de Produção, caso a empresa use. Se o duplicado ainda tem ordem de produção a processar, bloquear agora trava essa ordem.
4. Se só as vendas precisam parar, use a regra de negócio
Como alternativa, a TOTVS indica incluir o produto numa regra de negócio na rotina "Regras de Negócio" (FATA100), aba "Comercialização", como regra de exceção. Os pedidos de venda com aquele produto passam a ser bloqueados por regra de negócio (TDN, FAT0099 MSBLQL). Na prática, recomendamos a regra de negócio enquanto as ordens de produção do código antigo terminam e o B1_MSBLQL depois que nada mais depende dele.
O Protheus guarda o histórico do que foi alterado no saneamento?
Só em parte. A documentação da TOTVS diz que, com o parâmetro MV_HISTTAB igual a .T., cada alteração confirmada no cadastro de produtos é registrada na tabela Alterações Cadastrais (AIF). Mas o controle só registra mudança na descrição do produto e na margem de lucro: os campos B1_DESC, B1_PICMENT e B1_PICMRET (estes dois são a margem de lucro usada no cálculo do ICMS por substituição tributária, o ICMS-ST, nos campos Solid. Entr. e Solid. Saída da pasta Impostos, e não a margem comercial). A tabela AIF é usada pela equipe fiscal, com a função MSCONHIST para consultar o histórico (TDN, MATA010).
Tipo, grupo, unidade, fator de conversão, TES padrão, Origem, fornecedor padrão e bloqueio ficam fora desse histórico. Na nossa leitura, num saneamento são justamente os campos que mais mudam. Por isso cada lote precisa de um registro próprio, com código, campo, valor anterior, valor novo, data e quem aprovou.
Por que a opção Cópia espalha o erro?
A TOTVS apresenta a opção Cópia, no menu da manutenção de produtos, como forma de deixar o cadastro mais ágil. Ela copia o produto de origem com tudo o que ele tem. Se o item copiado está no grupo errado, com tipo errado ou TES padrão desatualizado, o novo código herda tudo, como na cena do começo. Enquanto a base não está saneada, recomendamos limitar a Cópia a produtos-modelo já revisados.
O que conferir em cada recurso do Protheus, e quem decide?
A coluna "quem decide" é recomendação nossa, não regra da TOTVS. Ajuste à estrutura da sua empresa.
| Recurso ou campo do Protheus | O que conferir | Sinal de problema | Lote ou item a item | Quem decide |
|---|---|---|---|---|
| Tipo do Produto (tabela 02) | Se o tipo reflete o uso real; se os tipos próprios da tabela 02 não se sobrepõem | MC usado como MP; tipos com nomes parecidos; BN em item que não vai para beneficiamento | Lote por grupo, depois da regra aprovada | Controladoria (se o tipo entra na contabilização) com cadastro |
| Grupos de Produtos (MATA035) | Se os grupos 0001 a 0007 foram adaptados; se todo produto tem grupo | Produtos sem grupo; grupo genérico com itens sem relação | Desenho dos grupos item a item; movimentação em lote | Cadastro com suprimentos |
| Unidade padrão, segunda unidade, fator e tipo de conversão | Coerência entre as duas unidades e o sentido da conversão | Multiplicar no lugar de dividir; fator em item de peso variável | Item a item | Suprimentos e almoxarifado |
| Origem, Alíquota IPI, Alíquota ICMS | Origem 0, 1 ou 2; IPI pela TIPI; ICMS só se houver tributação específica | Origem diferente entre duplicados; ICMS preenchido sem motivo | Item a item, com validação fiscal | Fiscal |
| TE Padrão e TS Padrão | Se o TES padrão ainda corresponde à operação do item | TES antigo; TES diferente entre códigos do mesmo item | Lote só depois de testado em homologação | Fiscal com controladoria |
| Fornecedor Padrão e Loja Padrão | Se batem com o Contrato de Parceria, quando houver | Solicitação de compra gerada onde deveria haver autorização de entrega | Item a item | Compras |
| Produtos genéricos ("Diversos", "Despesas") | O que foi comprado neles e com que frequência | Material recorrente comprado sempre pelo genérico | Análise item a item; regra de uso para todos | Compras com controladoria |
| B1_MSBLQL e regra de negócio (FATA100) | Se o duplicado ainda tem ordem de produção ou pedido a processar | Duplicado sem bloqueio; bloqueio que parou uma OP | Decisão do par item a item; bloqueio em lote | Cadastro com PCP e comercial |
| MV_HISTTAB e tabela AIF | Se o parâmetro está ativo e o que ele registra | Equipe achando que o sistema guarda todo o histórico | Configuração única | TI com fiscal |
Como fica isso num caso concreto? (exemplo hipotético)
Exemplo hipotético, criado só para ilustrar. Não é caso de cliente.
Uma indústria tem três códigos para a mesma luva nitrílica. O código A está no grupo de EPIs criado pela empresa, com tipo MC. O código B está no grupo sugerido "0002 Borracha", também com tipo MC. O código C foi criado por cópia de uma matéria-prima e ficou com tipo MP e o TES padrão da matéria-prima. A equipe decide que A fica.
- O fiscal confere Origem, Alíquota IPI e o TE padrão de A antes de qualquer mudança, já que ele passa a receber toda a demanda.
- O código B não tem ordem de produção nem pedido aberto. O cadastro marca B1_MSBLQL e registra o valor anterior e o novo no log do saneamento.
- O código C entra numa ordem de produção ainda aberta. Bloquear pelo B1_MSBLQL impediria o processamento dessa OP. A equipe usa a regra de negócio na FATA100 para parar novas vendas de C e agenda o B1_MSBLQL para depois do encerramento da OP.
- A controladoria confirma que o tipo MP de C entrava numa regra de lançamento contábil. A correção do tipo de C só é feita depois dessa análise, para não alterar lançamentos futuros sem aviso.
- O cadastro combina que novas luvas sejam criadas por cópia de A, já revisado, e nunca de B ou C.
Por onde começar
- Exporte o SB1 com tipo, grupo, unidades, fator e tipo de conversão, Origem, alíquotas, TE e TS padrão, fornecedor padrão e B1_MSBLQL. Confira se o campo MSBLQL existe na tabela; se não existir, a TI cria pelo Configurador.
- Revise a tabela 02 de tipos e os grupos do MATA035 antes de mexer nos produtos. São eles que vão separar os lotes.
- Leve para o fiscal e a controladoria a lista de mudanças em TES padrão e em tipo usado na contabilização. Nada disso muda sem decisão dessas áreas.
- Decida os pares de duplicados e, para cada um, verifique ordens de produção e pedidos abertos. Escolha entre B1_MSBLQL e regra de negócio na FATA100.
- Monte o log de alterações com código, campo, valor anterior, valor novo, data e aprovador, porque o histórico nativo (MV_HISTTAB e AIF) não cobre esses campos.
- Teste cada lote em ambiente de homologação: emita uma nota, abra uma ordem de produção, gere uma solicitação de compra. A carga em lote é feita pela equipe técnica, com a ferramenta que ela já usa, testada antes em homologação.
- Aplique em produção por lote, começando pelos grupos de maior impacto. Se a base for grande, a priorização pela curva ABC ajuda a ordenar os lotes.
Perguntas frequentes
Dá para excluir um produto duplicado no Protheus?
Nem sempre. A documentação da TOTVS informa que não é possível excluir um produto que faz parte da Sugestão de Orçamento. Para duplicados, o caminho documentado para tirar o código de uso é o bloqueio pelo campo B1_MSBLQL, que impede o uso em novos registros e mantém o histórico já gerado.
Bloquear o produto com B1_MSBLQL impede a produção?
Sim. A TOTVS avisa que o B1_MSBLQL impede a seleção do produto em novos pedidos de venda e também o processamento da Ordem de Produção, caso a empresa use. Se só as vendas precisam parar, a alternativa documentada é a regra de negócio na rotina FATA100, aba "Comercialização", como exceção.
O Protheus guarda o histórico das alterações do cadastro de produtos?
Em parte. Com o parâmetro MV_HISTTAB igual a .T., as alterações vão para a tabela AIF, mas só quando mudam a descrição (B1_DESC) ou a margem de lucro (B1_PICMENT e B1_PICMRET). Mudanças em tipo, grupo, unidade, TES padrão e bloqueio precisam de registro próprio.
Tipo de produto errado afeta o quê?
Pela documentação da TOTVS, os tipos são informativos, servem para filtrar e não decidem se o item é comprado ou produzido. O único com tratamento especial é o BN. O efeito aparece em relatórios e processamentos filtrados por tipo e, se a empresa usa o tipo nas regras de lançamento contábil, na contabilização.
Posso usar os grupos padrão 0001 a 0007?
Pode, mas a TOTVS apresenta esses grupos (Plástico, Borracha, Alumínio, Eletrônicos, Pneumáticos, Produtos Químicos e Produto de Venda) apenas como sugestão, que pode ser alterada ou excluída. Vale manter os que representam a sua base e criar os grupos que faltam.
Preciso parar a operação para sanear?
Não necessariamente. O bloqueio pelo MSBLQL vale só para novos registros e não invalida o que já foi gerado, o que permite sanear por lotes. Atenção: o B1_MSBLQL também impede o processamento da Ordem de Produção, então confira as OPs abertas antes de bloquear ou, se a ideia for barrar só as vendas, use a regra de negócio na FATA100. O cuidado está nas mudanças que afetam movimentos futuros, como TES padrão e tipo usado na contabilização: essas devem passar por homologação e pela aprovação do fiscal e da controladoria.
Como a 4MDG pode ajudar
O que foi descrito aqui é a parte do Protheus. Antes dela vem o trabalho sobre o catálogo: taxonomia por família, PDM com descrição curta e longa, deduplicação com score e survivorship, NCM e UNSPSC, unidade de medida e fator de conversão. É o nosso saneamento de cadastro de materiais, que termina com carga e governança, com regra na entrada e workflow de aprovação. A plataforma da 4MDG integra com ERPs como SAP, TOTVS e Oracle via conector, como descrito em capacidades e arquitetura. Para ver como está o seu catálogo, peça o diagnóstico gratuito ou fale com a gente pela página de contato.
Aviso: parâmetros, campos e rotinas podem variar conforme a versão e a configuração do Protheus da sua empresa. Confirme com a sua equipe técnica e com o fiscal antes de aplicar.
Fontes
- TOTVS, TDN, "Produtos - MATA010". https://tdn.totvs.com/display/public/PROT/Produtos+-+MATA010. Acesso em 03/11/2026.
- TOTVS, TDN, "Grupos de Produtos - MATA035". https://tdn.totvs.com/display/public/PROT/Grupos+de+Produtos+-+MATA035. Acesso em 03/11/2026.
- TOTVS, TDN, "FAT0099 MSBLQL Bloqueio de Registro / Cadastro". https://tdn.totvs.com/display/PROT/FAT0099_MSBLQL_Bloqueio_de_Registro_Cadastro. Acesso em 03/11/2026.